quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

COMO DESCOBRIR QUANTOS LIVROS ESPÍRITAS ESTÃO REGISTRADOS NA CAMERA BRASILEIRA DO LIVRO (CBL) COM ISBN

 

Endereço da Câmara Brasileira do Livro com a relação de mais de 6.000 obras espíritas.

Você coloca esse endereço:

 

https://www.cblservicos.org.br/isbn/pesquisa/?page=1&q=espirita&filtrar_por%5B0%5D=titulo&ord%5B0%5D=relevancia&dir%5B0%5D=asc



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6374 obras espiritas.


sábado, 27 de novembro de 2021

Mediunidade - 8 vídeos.



Composto por 8 vídeos- Com alberto Almeida e Sueli Caldas.

Curso de Aperfeiçoamento para o Evangelho

Com as gravações das duas primeiras aulas.

Falamos sobre a Prece cap. 27.


 

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

AFINAL A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS É: Espiritismo ou Espiritismo Kardecista ou Espiritismo Cristão?

 

AFINAL A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS É: Espiritismo ou Espiritismo Kardecista ou Espiritismo Cristão?

Será que o planejamento do plano espiritual se resumiria há cerca de dois séculos e, já teríamos condições de acrescentar muita coisa a Doutrina Espírita?


quarta-feira, 17 de novembro de 2021

CONSELHOS DE ANTÊNIO PARA ALCÍONE - DO LIVRO RENÚNCIA CAPÍTULO 1


DO LIVRO RENÚNCIA CAPÍTULO 1
Conselhos de Antênio quando sabe da proposta de Alcíone em voltar para Terra.


Já ponderaste nos obstáculos imensos? Lembra que o próprio Jesus, penetrando na região terrena, foi compelido a se aniquilar em sacrifícios pungentes. Recorda que as leis planetárias não afetam somente os espíritos em aprendizado ou reparação, mas, também, os missionários da mais elevada estirpe. Experimentarás, igualmente, o olvido transitório e, embora não tanto agravados em virtude das tuas conquistas, sentirás o mesmo desejo de compreensão e a mesma sede de afeto que palpitam nos outros mortais. Para esclarecimento desses problemas, minha querida, o Mestre deixou à comunidade dos discípulos profundos ensinamentos no Evangelho. O mundo, representado por maus sacerdotes e falsos doutores, buscou tentar o próprio  Jesus. Já meditaste na tua aproximação de Pólux, investida num corpo de carne? Sabemos que Pólux parte com deveres de suma importância, em função de coletividade; e tu te sentes preparada para neutralizar a poderosa lei da atração das almas? Não o digo no sentido de preocupações subalternas, mas ponderando a grandeza dos teus sentimentos afetivos, em relação à grandeza mais sublime das obrigações assumidas para com Deus. Terás ânimo para lhe ouvir no mundo os rogos amorosos, mantendo-o no seu posto, incólume e sobranceiro à solidão de si mesmo? Sem dúvida, a lei terrestre te encherá de desejos e te induzirá a considerar a possibilidade de proporcionar lhe filhos afetuosos, em obediência aos seus princípios naturais. Além disso, teus afetos de outras épocas, como, por exemplo, os que te foram pais amorosos, receberão a palma de lutas ásperas e agudas provações. A senda 
de quase todos os teus amigos está semeada de espinhos, que eles próprios plantaram no seu desapego à misericórdia do Todo-Poderoso. Sentes-te bastante forte para assumir tão grave compromisso? Conheço numerosos irmãos que, depois de pedirem missões arriscadas como esta, voltaram onerados de mil problemas a resolver, retardando assim preciosas aquisições.

Antênio contemplou-a tomado de nobre admiração e sentenciou: — Louvo os teus propósitos firmes e sei que tua poderosa confiança no Cristo é penhor sagrado de vitória; mas, devo ainda lembrar-te que a situação terrena dos que se propem ao serviço legítimo da virtude — ainda e sempre — é inçada de sofrimentos atrozes. Não desconheces que, nessas missões sublimes, a criatura disputa o direito de acompanhar o Mestre em seus passos 
divinos, O discípulo da verdade e do amor, no mundo, é alguma coisa de Jesus e de Deus, e a massa vulgar não lhe perdoa tal condição, sobrecarregando-o de pesados amargores, porque seus sentimentos não são análogos àqueles que a conduzem a incoerências e desatinos. Não poderá haver acordo entre a virtude e o pecado. E como o pecado ainda domina o mundo, a tarefa apostólica em seus trâmites será sempre um doloroso espetáculo de sacrifício para as almas comuns. Todos os que seguiram Jesus foram obrigados a identificar o destino com o sinal do martírio. Os que se não desprendem da Terra, crucificados nas dores públicas, retiram-se ao desamparo, esmagados pelos opróbrios humanos, caluniados, humilhados, encarcerados, feridos. 
Raros triunfaram conservando a serenidade e o amor imaculado, até ao fim!... 
Ponderaste semelhantes experiências em que tua alma peregrinará por algum 
tempo, retalhada de angústias!..

— Venturosa serás se puderes aceitar o sofrimento na Terra, dentro desse conceito — exclamou o mentor com grande tranqüilidade. — O homem comum, nos seus interesses mesquinhos, não considera a dor senão como resgate e pagamento, desconhecendo o gozo de padecer por cooperar sinceramente na edificação do Reino do Cristo.
— Jesus, que vê o meu coração, ensinar-me-áa transformar a tortura em cântico de graças e me auxiliará a esquecer as cogitações menos dignas, de que me possam cercar os espíritos vulgares, relativamente ao trabalho porfiado e difícil da redenção e do engrandecimento da vida.

domingo, 24 de outubro de 2021

AE DO CEFA - Período de 24 a 28 de outubro. Capítulo 17 – SEDE PERFEITOS - item 10 O Homem No Mundo

Baseado no Roteiro Sistematizado para estudo do ESE

 - Editora boanova


O homem no mundo - Flavia Contartesi


 Capítulo 17 – SEDE PERFEITOS

UM ESPÍRITO PROTETOR

Bordeaux, 1863

            10 – Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração daqueles que se reúnem sob o olhar do Senhor, implorando a assistência dos Bons Espíritos. Purificai, portanto, os vossos corações.Não deixeis que pensamentos fúteis ou mundanos os perturbem. Elevai o  vosso espírito para aqueles a quem chamais, a fim de que eles possam, encontrando em vós as disposições favoráveis, lançar em profusão as sementes que devem germinar os vossos corações, para neles produzir os frutos da caridade e da justiça.

            Não penseis, porém, que aos vos exortar incessantemente à prece e à evocação mental, queiramos levar-vos a viver uma vida mística, que vos mantenha fora das leis da sociedade em que estais condenados a viver. Não. Vivei com os homens do vosso tempo, como devem viver os homens; sacrificai-vos às necessidades, e até mesmo às frivolidades de cada dia, mas fazei-o com um sentimento de pureza que as possa santificar.

            Fostes chamados ao contato de espíritos de naturezas diversas, de caracteres antagônicos: não melindreis a nenhum daqueles com quem vos encontrardes. Estai sempre alegres e contentes, mas com a alegria de uma boa consciência e a ventura do herdeiro do céu, que conta os dias que o aproximam de sua herança.

            A virtude não consiste numa aparência severa e lúgubre, ou em repelir os prazeres que a condição humana permite. Basta referir todos os vossos atos ao Criador, que vos deu a vida. Basta, ao começar ou acabar uma tarefa, que eleveis o pensamento ao Criador, pedindo-lhe, num impulso da alma, a sua proteção para executá-la ou a sua benção para a obra acabada. Ao fazer qualquer coisa, voltai vosso pensamento à fonte suprema; nada façais sem que a lembrança de Deus venta purificar e santificar os vossos atos.

            A perfeição, como disse o Cristo, encontra-se inteiramente na prática da caridade sem limites, pois os deveres da caridade abrangem todas as posições sociais, desde a mais íntima até a mais elevada. O homem que vivesse isolado não teria como exercer a caridade. Somente no contato com os semelhantes, nas lutas mais penosas, ele encontra a ocasião de praticá-la. Aquele que se isola, portanto, priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de perfeição: só tendo de pensar em si, sua vida é a de um egoísta. (Ver cap. V. nº 26)

            Não imagineis, portanto, que para viver em constante comunicação conosco, para viver sob o olhar do Senhor, seja preciso entregar-se ao cilício e cobrir-se de cinzas. Não, não, ainda uma vez: não! Sede felizes no quadro das necessidades humanas, mas que na vossa felicidade não entre jamais um pensamento ou um ato que possa ofender a Deus, ou fazer que se vele a face dos que vos amam e vos dirigem.

Do livro da Esperança: mens. 52- Auxiliar. Esses textos que enviei são duas mensagens do livro estude e viva, do Chico Xavier e Waldo Vieira, pelos espíritos Emmanuel e André Luiz.

Auxiliar 

“Eis que o semeador saiu a semear JESUS - MATEUS, 13:3. “A perfeição está toda, como disse o Cristo, na prática da caridade absoluta; mas os deveres da caridade alcançam todas as posições sociais, desde o menor até o maior.” 

- Cap. 17, 10. 

Auxiliar, amparar, consolar, instruir!... Para isso, não aguardes o favor das circunstâncias. Jesus foi claro no ensinamento. o semeador da parábola não esperou chamado -’1 Largou simplesmente as conveniências de si mesmo e saiu para ajudar. O Mestre não se reporta à leiras adubadas ou a talhões escolhidos. Não menciona temperaturas ou climas. Não diz se o cultivador era proprietário ou rendeiro, se moço no impulso ou amadurecido na experiência, se detinha saúde ou se carregava o ônus da enfermidade. Destaca somente que ele partiu a semear. Por outro lado, Jesus não informa se o homem do campo recebeu qualquer recomendação acerca de pântanos ou desertos, pedreiras ou espinheirais que devesse evitar. Esclarece que o tarefeiro plantou sempre e que a penúria ou o insucesso do serviço foi problema do solo beneficiado e não dos braços que se propunham a enriquecê-lo. Saibamos, assim, esquecer-nos para servir. Não importa venhamos a esbarrar com respostas deficientes da gleba do espírito, às vezes desfigurada ou prejudicada pela urze da incompreensão ou pelo cascalho da ignorância. Idéia e trabalho, tempo e conhecimento, influência e dinheiro são possibilidades valiosas em nossas mãos. Todos podemos espalhá-las por sementes de amor e luz. O essencial, porém, será desfazer o apego excessivo às. nossas comodidades, aprendendo a sair.

Esses textos que enviei são duas mensagens do livro Estude e viva, do Chico Xavier e Waldo Vieira, pelos espíritos Emmanuel e André Luiz

EM TORNO DA REGRA ÁUREA

Quanto mais se adianta o progresso, mais intensamente se percebe que a vida é um condomínio.
Partilhamos, em regime de obrigatoriedade, o ar ambiente e a luz solar que nunca estiveram sob nosso controle. E, em nos referindo aos bens que retemos na Terra, quando na condição de Espíritos encarnados, à medida que solucionamos as grandes questões de interesse coletivo, quais as da justiça, da economia, do trabalho, da provisão ou moradia, mais impelidos nos reconhecemos a observar o direito dos outros.
Seja num edifício de apartamentos ou numa fila de compras, as nossas conveniências estão sujeitas à tranqüilidade dos vizinhos.
Numa oficina, quanto mais importante se mostre, a produção apenas surge no rendimento preciso se mantida na forma da música orquestral, atribuindo-se a cada instrumento a responsabilidade que lhe compete.
Civilização e cultura baseiam-se no espírito de equipe, com a interdependência de permeio.
Princípios idênticos prevalecem no reino da alma, convocando-nos o livre-arbítrio ao levantamento da segurança e da felicidade de todos aqueles que nos comungam a experiência.
Sem nenhuma pretensão de natureza política, a Doutrina Espírita funciona, atualmente, no campo religioso da Humanidade, por mecanismo providencial de alertamento, induzindo-nos ao concurso natural e espontâneo na edificação do bem comum.
Por séculos e séculos, conservamos no mundo ignorância e carência, guerra e criminalidade, em nome da Vontade de Deus; entretanto, o Espiritismo, restaurando a mensagem do Cristianismo, que veio estabelecer a fraternidade entre os homens, pergunta a cada um de nós se estaríamos realmente certos de viver sob a Vontade de Deus, se formássemos entre as vítimas da penúria e das trevas de espírito.

Usemos todas as nossas possibilidades, sejam elas recursos ou aptidões, na construção dos tempos novos.
Solidariedade e cooperação, entendimento e concórdia, amor a deslocar-se da teoria para erguer-se na vida prática.
A regra áureas, para complementar-se devidamente, não se restringe à estrutura negativa, “não faças a outrem aquilo que não desejas”, e sim exige plena observância da forma positiva em que se expressa: “é preciso fazer aos outros tudo aquilo que desejamos nos seja feito”.


ESNOBISMO

Um exotismo existe que ameaça as fileiras espíritas sem ser qualquer das excentricidades que aparecem no movimento doutrinário, à conta de extravagância marginal. Disparate talvez pior, porquanto, se nas atividades paralelas ao caminho real da idéia espírita somos impelidos a reconhecer muita gente caracteristicamente sincera nas intenções louváveis, nessa outra esquisitice vamos encontrar para logo a máscara de atitudes e maneiras, em desacordo com os princípios arejados da Nova Revelação.
Reportamo-nos ao esnobismo que comparece, muita vez, em nossas formações, qual praga enquistada em plantação valiosa.
Companheiros que se deixam vencer por semelhante prejuízo fornecem em pouco tempo os sinais que lhe são conseqüentes.
Continuam espíritas e afirmam-se espíritas, mas começam afetando possuir orientação de natureza superior, passando a excessiva admiração pelas novidades em voga. E, desprevenidamente, sem maior atenção pelos ensinos da Doutrina que abraçam, cristalizam despropósitos no modo de ser.
Habitualmente, apaixonam-se por exterioridades sociais e escolhem classe determinada para freqüentar. Isolam-se em grupo segregacionista, conquanto se supunham representantes da mais alta ortodoxia em matéria de opinião.
Acreditam muito mais em títulos transitórios do academicismo e em facilidades econômicas do que no valor substancial das pessoas.
Estimam espetáculos acima do serviço, e evidenciam apreço além do que é justo aos medalhões do mundo, à medida que se fazem mais distantes e envergonhados de quaisquer relações com os humildes.
Estão sempre dispostos a ordenar no trabalho em assuntos de organização, horário, local e condições, sem permitir que o trabalho os comande nas disposições e disciplinas com que foi estabelecido.
Nas obras de beneficência, tratam irmãos em penúria como se fossem párias sociais, ao passo que se inclinam reverentes perante qualquer figura de relevo mundano de mérito duvidoso.

Nós, os espíritas desencarnados e encarnados, devemos estar de sentinela contra semelhante absurdo.
O esnobismo - repitamos - é parasito destruidor da árvore de nossos princípios e realizações.
Vigiemo-nos. Imitemos o lavrador correto que zela pela própria lavoura, e, se o esnobismo surge, sorrateiro, em nossas atividades, procuremos de imediato, dar o fora com ele.